Google apoia projetos voltados para aplicativos de celulares

Um dos objetos mais usados hoje em dia é o celular, com ele milhares de utilidades ficam literalmente na palma da mão e facilitam tarefas da vida de forma geral. Um dos desafios que existem para a tecnologia do aparelho móvel é se manter com um bom nível de bateria durante um uso constante. Pensando nisso, um projeto de pesquisa que foi feito na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), tem como foco reduzir o consumo de energia de aplicativos.

As novidades das aplicações para celulares quando são muito complexas acabam sobrecarregando o desempenho do celular e com isso consumindo cada vez mais bateria, no entanto, de acordo com o professor Fernando Magno Quintão Pereira, essa é uma questão que está sendo analisada no projeto que visa reduzir o consumo de bateria através do próprio aplicativo, que deverá identificar sozinho quando é preciso reduzir o seu consumo de bateria.

Existe um protótipo que está sendo projetado com dois estudantes da Universidade. O objetivo do projeto é otimizar o uso do celular através da própria capacidade do equipamento, e aproveitar o potencial do aparelho de aprender para que futuramente exista uma adaptação de suas capacidades em relação às mudanças que podem acontecer.

O professor Pereira explica: “É um jeito de mudar a frequência dos processadores que serve, por exemplo, para economizar bateria. É fazer o sistema identificar os momentos em que ele pode gastar menos energia para executar um comando. Imagina você digitando no WhatsApp. O processamento disso é muito rápido. Entre uma letra e outra o sistema consegue identificar que ali [nesse curtíssimo espaço de tempo] ele pode consumir menos energia e em seguida voltar ao normal”.

O Google premiou esse projeto no Lara (Latin America Research Awards), um programa de bolsa de estudos da empresa, o foco desse prêmio é apoiar e estimular pesquisas que estejam relacionadas à ciência da computação na América Latina.

Os participantes do projeto Junio Cezar Ribeiro da Silva e seu colega Marcelo Novaes, apostam nessa área e têm certeza que grandes são as chances de progresso em usar a tecnologia da informação em pesquisas acadêmicas.

José Auriemo Neto e a ligação com a empresa da família

Brasileiro, executivo, foi estudante da Universidade Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), atua como presidente e diretor executivo da empresa da família – a JHSF Participações – iniciou carreira por lá no ano de 1993 e assumiu o cargo de presidência do negócio dez anos depois, em 2003. Esse é José Auriemo Neto, também conhecido como Zeco.

O executivo, atualmente, supervisiona os interesses da JHSF em edifícios de escritórios, hotéis e empreendimentos públicos. Ele ainda administra os grupos de lojas comerciais e de varejo do empreendimento – que foi fundado em 1972, em São Paulo, pelo pai, Fábio Auriemo, pelo tio, José Roberto Auriemo, e por mais dois sócios. A empresa da qual José Auriemo Neto é presidente atua nos setores de shopping centers, incorporação imobiliária, hotelaria e gastronomia.

Ainda que apenas em 2003, que o Zeco tenha conquistado a presidência da JHSF, ele já se destacava há anos no negócio dos Auriemo – em 1997, por exemplo, fundou o departamento de serviços do grupo – José Auriemo Neto criou a empresa de gerenciamento de estacionamento Parkbem. Um ano depois disso, em 1998, garantiu os direitos de desenvolvimento do primeiro shopping da JHSF – o Shopping Santa Cruz. Em 2001, foi o responsável pela criação da área de shopping centers da empresa e intensificou a atuação do empreendimento no mercado de luxo e alta renda.

Em 2006, foi a vez do lançamento do complexo Cidade Jardim em Säo Paulo, onde estão o Shopping Cidade Jardim. Trata-se da principal referência no mercado de luxo do Brasil – são nove torres residenciais do Parque Cidade Jardim, um dos condomínios mais sofisticados de São Paulo, e três torres comerciais.

Três anos depois, em 2009, José Auriemo Neto foi responsável por supervisionar o primeiro empreendimento da JHSF Participações no varejo. Nessa transação, contratos de parceria exclusiva com Hermes, Pucci e Jimmy Choo foram assinados – além de serem abertas as primeiras lojas de varejo no complexo comercial Cidade Jardim.

Mais três anos e o grupo de José Auriemo Neto garantiu, em 2012, uma parceria com a marca Valentino – lançando as primeiras lojas Valentino e RED Valentino no país.

A JHSF

Fundada o nome “JHS Construção e Planejamento Ltda”, a empresa dos Auriemo, inicialmente, estava ligada à prestação de serviços de construção. Na década de 1980, a companhia firmou-se como uma das principais construtoras brasileiras – sempre atendendo clientes da iniciativa privada. Nessa mesma época, a JHSF criou sua área de incorporações imobiliárias.

No ano de 1990, quando Fábio Auriemo tornou-se o único acionista do empreendimento, a empresa passou a se chamar JHSF e manteve o foco das operações no mercado imobiliário. Já no final dessa década, o empreendimento passou a privilegiar a incorporação imobiliária e o investimento em edifícios comerciais para locação.

A principal área de atuação e investimento do negócio da família Auriemo, atualmente, é o segmento de alta renda – em especial as atividades de renda recorrente. A empresa está dividida da seguinte forma – 77,14% da companhia pertence aos Auriemo e 22,86% aos demais acionistas.

O arquipélago das Ilhas Cook são um paraíso de tirar o fôlego

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Há cinquenta anos, o arquipélago das Ilhas Cook conseguia a sua independência da Nova Zelândia, se tornando um Estado livre aliado ao país.

Os costumes ancestrais da ilha estão ligados à cultura maori, e são parecidos com os da cultura do Taiti e aos dos nascidos na Nova Zelândia.

Esse arquipélago é formado por quinze ilhas, e está localizado na parte Sul do Oceano Pacífico, entre a Nova Zelândia e as ilhas do Havaí.

As danças maoris das Ilhas Cook são semelhantes com as danças taitianas, e as roupas das mulheres são parecidas também com as do Taiti, com saias feitas de folhagens e duas metades de coco vazias para tapar os seios. Em cada ilha do arquipélago, as danças possuem características próprias.

Mas de todas as ilhas do arquipélago, oito delas que ficam ao norte, são planas quase na sua totalidade e formadas por atóis áridos. As outras sete ilhas localizadas no sul são vulcânicas, apresentando elevações e terras férteis, onde são encontradas a maior parte da população das Ilhas Cook.

A ilha de Rarotonga possui o maior número de habitantes do arquipélago, sendo nessa ilha que fica localizado o aeroporto internacional e a cidade de Avarua, que é a capital. A população total do arquipélago é de treze mil habitantes, sendo que 74% deles vivem na capital, onde a densidade demográfica chega a 55 habitantes por quilômetro quadrado. Muitos habitantes nascidos no arquipélago moram hoje na Nova Zelândia.

O nome dado para as Ilhas Cook foi uma homenagem ao explorador inglês  James Cook,  que chegou nas ilhas em 1770. Mas na realidade elas foram descobertas por Álvaro de Mendaña e Neyra, um navegador espanhol. James Cook reivindicou as ilhas para a coroa inglesa, mas somente em 1888, elas se tornaram um protetorado britânico.

Hoje, o poder executivo das Ilhas Cook é representado pela rainha Elizabeth II da Inglaterra, que é a sua Chefe de Estado. É através de um representante, que ela exerce o poder no local, com um parlamento unicameral formado por 24 membros, que são substituídos de quatro em quatro anos.

As Ilhas Cook possuem um clima tropical e são um destino de férias ideal, para desfrutar a tranquilidade e as praias belíssimas das ilhas.

Localizada na ilha de Aitutaki, a praia de One Foot Island é um dos paraísos do arquipélago, considerada pela OMT (Organização Mundial do Turismo) como uma das principais praias do Pacífico.

Protetor solar feito com DNA poderia ser aplicado uma única vez

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Um protetor solar baseado em DNA que não só protege contra a luz ultravioleta prejudicial, mas também se torna mais protetor quanto mais é exposto aos raios UVA, é uma nova especulação dos cientistas. Essa é a premissa deslumbrante de um estudo recentemente publicado na revista Science Reports.

Enquanto o protetor solar não é a única forma de proteção solar (sempre há a opção de usar roupas protetoras e chapéus), a realidade é que a maioria de nós simplesmente ignoramos essas alternativas. Um estudo de 2015 no Journal of the American Academy of Dermatology descobriu que apenas 14,3% dos homens e 29,9% das mulheres rotineiramente usam protetor solar quando saem ao ar livre por mais de uma hora.

Isso não seria um problema, exceto pelo fato dos raios ultravioleta poderem queimar a pele quando a exposição é prolongada ou em determinadas horas do dia. Guy Republic, pesquisador biomédico da Universidade Binghamton, em Nova York, e um dos autores do estudo, disse: “Nós sabemos que se expor no sol pode proporcionar um belo bronzeado, mas também pode causar queimaduras na pele e ocasionalmente o surgimento de câncer de pele”.

Enquanto os dermatoepidemiologistas (cientistas que estudam doenças da pele) suspeitam que a luz solar causa câncer porque danifica o DNA em nossas células, Guy Republic e seus colegas examinaram o DNA de uma maneira completamente diferente. Eles se perguntaram o que aconteceria se eles expusessem o DNA, essencialmente uma fina camada do material, para o mesmo tipo de luz ultravioleta que somos expostos pelo sol.

Guy, junto a a autora principal do estudo, Alexandria Gasperini, expôs o DNA a luz UVA e UVB para ver quanto de radiação passava pelo material. A luz UVA penetrou profundamente na pele, e foi considerada culpada no envelhecimento prematuro. Atualmente ela é cada vez mais julgada por desempenhar um papel fundamental na formação de câncer de pele. O UVB, a radiação que nos torna bronzeados (e queima), também desempenha um papel no câncer de pele.

“Este foi um estudo fundamental para ver como a luz ultravioleta interage com o DNA”, disse Guy. Além disso, os cientistas consideram que um produto a base de DNA humano poderia simplesmente nos proteger dos raios solares sem que houvesse a necessidade aplicar várias vezes o protetor solar. No entanto, novos estudos deverão ser realizados para comprovar tal especulação.

O Rally dos Sertões – competição na qual Rodrigo Terpins já esteve no pódio

“Poeira, lama, calor de derreter os miolos ou frio úmido, nas madrugadas, estradas de asfalto e terra, picadas na mata, desfiladeiros e planícies. Atravessar grandes cidades e pequenos vilarejos, em contato com povos hospitaleiros e de uma simplicidade emocionante. Tudo isso faz parte do Rally dos Sertões”

Esta é a definição da que é conhecida como a maior prova off-road do Brasil, segundo o site oficial do Rally – que ainda completa que, “além de brava competição, o evento é também uma grande lição. Competidores de todas as partes do mundo se deparam com uma realidade desconhecida e com paisagens jamais vistas”. Sendo assim, “quanto maior a dificuldade, maior o prazer em vencê-la”.

Ainda segundo o site do Rally dos Sertões, o evento pode ser descrito por seis máximas – emoção, velocidade, adrenalina, superação, lição de vida e cidadania. O piloto Rodrigo Terpins – irmão mais velho do também piloto de rally Michel Terpins e filho de Jack Terpins, que, em sua juventude, dedicou -se ao basquete – é um entre os que já sentiram tudo isso. Em sua particição mais recente, a 22ª edição da competição, que aconteceu em agosto de 2014, o piloto marcou presença no pódio em parceria com Fabrício Bianchini. Os dois integravam a equipe Bull Sertões Rally Team e competiram pela categoria Protótipos T1 – a principal dos carros brasileiros.  No ranking geral, conquistaram a 8ª posição.

A edição de 2014 do Rally dos Sertões começou em Goiânia, capital do estado de Goiás (GO), com destino a Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais (MG). A primeira etapa aconteceu dia 24 de agosto e a sétima, e última, dia 30 do mesmo mês. Rodrigo Terpins  e Fabrício Bianchini participaram de uma edição que teve 2.608,98 km percorridos, sendo 1.448,09 km cronometrados.

“A prova foi prazerosa e gostosa para se pilotar. Tivemos Especiais bem duras que exigiram muito do equipamento e a nossa equipe foi dez, tivemos 100% de aproveitamento e o resultado foi este”, destacou o piloto Rodrigo Terpins, na ocasião.

Na 22ª edição do Rally largaram 204 competidores – dentres eles, quatro mulheres. O total de veículos foi 128, divididos em 45 carros, 40 motos, 22 UTVs – sigla para Utility Task Vehicle, ou veículo utilitário multitarefas  – 17 quadris, e quatro caminhões.

A última edição da qual Rodrigo Terpins participou também contou com um novo formato – teve largada e chegada em finais de semana – o que foi muito positivo em relação à presença do público no evento.

Confira a programação cumprida por Rodrigo Terpins e demais competidores na 22ª edição do Rally dos Sertões

23/08 – Prólogo: Goiânia (GO)

24/08 – Etapa 1: Goiânia (GO) – Caldas Novas (GO)

25/08 – Etapa 2: Caldas Novas (GO) – Catalão (GO)

26/08 – Etapa 3: Catalão (GO) – Paracatu (MG)

27/08 – Etapa 4: Paracatu (MG) – São Francisco (MG)

28/08 – Etapa 5: São Francisco (MG) – Diamantina (MG)

29/08 – Etapa 6: Diamantina (MG) – Diamantina (MG)

30/08 – Etapa 7: Diamantina (MG) – Belo Horizonte (MG)

 

Estudantes desenvolvem babá eletrônica quem possui deficiência auditiva

O projeto desenvolvido por estudantes da Universidade Federal da Paraíba, ganhou o prêmio de inovação para a instituição que poderá ser disponibilizada para venda em 2018. A estudante de design, Ana Caline Escarião, usou como base suas próprias experiências vividas em sua casa para desenvolver a babá eletrônica para surdos, que tem a função de avisar os pais quando o bebê chorar através de uma pulseira vibratória. “Eu tenho duas primas que são surdas, então desde criança, eu percebia as dificuldades que elas tinham para as atividades cotidianas. Ao longo do curso de design eu procurava desenvolver produtos que fossem voltados para pessoas com deficiência auditiva”, conta a estudante.

O aparelho ajuda também os pais que sofrem de surdez, pois devido a sua vibração eles conseguem saber se o bebê está chorando, pois o aparelho alerta os pais fisicamente.

A babá eletrônica para surdos ganhou o nome de Buátech e ganhou também o prêmio de inovação da UFPB. O equipamento foi criado por Ana Caline, e pelos mestrados engenheiros elétricos da Universidade Federal de Campinas Grande, Higo Thaian e Danilo Cavalcanti, que desenvolveram a parte tecnológica do aparelho. “A gente tinha que desenvolver um programa que distinguisse o choro do bebê de outros barulhos do quarto, como o de um eletrodoméstico ou mesmo de um caminhão passando na rua”, disse Higo.

O produto estará disponível no mercado já me 2018, segundo o coordenador do projeto e do laboratório da UFPB, Antonio Souza. A Buátech só necessita de alguns ajustes e de investimento para ser produzida em grande escala.

No Brasil, existem 9,7 milhões de pessoas surdas segundo o Índice Brasileiro de Geografia e Estatísticas, o IBGE, e desse total, 2,1 milhões apresentam a surdez severa, que é a perda que fica entre 70 e 90 decibéis e, aproximadamente, 1 milhão de pessoas com surdez são jovens até os 19 anos de idade.

 

As sete maravilhas do mundo podem ser o seu próximo destino

No ano de 2007, houve uma revisão da lista das sete maravilhas do mundo moderno, em uma cerimônia em Lisboa. São sete lugares maravilhosos que as pessoas do mundo todo, podem e devem conhecer. Elas são:

Muralha da China

Construída do século III A.C. ao século XVII D.C., ela possui espantosos  vinte mil quilômetros  de extensão, tendo sido iniciada pelo imperador Qin Shi Huang. Atualmente a Muralha da China é uma atração muito visitada e alguns trechos são os favoritos dos turistas, como Badaling, devido à proximidade com Pequim. Outro trecho que recebe bastante turistas é Mutianyu.

Taj Mahal

A construção desse famoso monumento indiano teve início em 1632, e terminou em 1648. Ele foi construído pelo imperador Shah Jahan em memória da sua amada esposa, que faleceu dando a luz ao seu 14º filho. O Taj Mahal está localizado na cidade de Agra, em Uttar Pradesh, na Índia. O monumento possui em sua arquitetura diversas pedras preciosas, atraindo turistas de todo o planeta.

Ruínas de Petra

Essas ruínas que estão localizadas na Jordânia, fazem parte de uma cidade que foi construída por cima de ruínas pelos Nabateus, com mais de dois mil anos de existência, e que continuam de pé mesmo depois de todos estes anos. As Ruínas de Petra, que são também conhecidas como a cidade Rosa, devido às cores de suas rochas. As visitas nesse destino podem durar vários dias, já que possuem diversos lugares para serem visitados.

Coliseu

Também conhecido como Anfiteatro Flaviano, ele está localizado em Roma, na Itália. Palco de várias lutas entre os gladiadores e animais perigosos, atualmente ele é um dos muitos lugares maravilhosos do país para se conhecer.

Cristo Redentor

Essa é a única das maravilhas que é brasileira, e está localizada no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Esse parque foi criado na década de 60, e representa uma parte do bioma da Mata Atlântica. Para se chegar ao Cristo Redentor, é preciso ir pelo Morro do Corcovado.

Chichén Itzá

Além de ser uma das maravilhas do mundo moderno, essa cidade arqueológica localizada na península de Yucatán, é também patrimônio cultural do México e patrimônio da humanidade da Unesco, ela foi considerada a capital da civilização Maia, entre os anos de 250 d.C. a 900 d.C. Um dos locais mais conhecidos dessa cidade é a Pirâmide de Kukulcán.

Machu Picchu

Esta cidade inca que fica nos andes peruanos é considerada também, um patrimônio histórico da Unesco, sendo que as ruínas dessa cidade, estão localizadas no Santuário Histórico de Machu Picchu. Esse local foi abandonado, depois que a população Inca foi dominada pelos espanhóis no século XVI.

 

Relembre a carreira musical da banda Viper de Cassio Audi

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O Viper surgiu no início dos anos 80, em São Paulo, formado inicialmente pelos três amigos Pit Passarell, Yves Passarell e Felipe Machado, que desde adolescentes já eram apaixonados por música e sonhavam em formar uma banda. Antes de escolherem o nome Viper, eles ainda chegaram a nomear a banda de outras formas, como Dragon e Pruckles.

Desde o momento em que fizeram as suas primeiras apresentações em público, os músicos economizaram de seus cachês para poder adquirir instrumentos musicais de melhor qualidade. Com o tempo, a banda percebeu que ainda faltava o som de um bom baterista para completar a formação do Viper, e assim, surgiu a oportunidade de convidar o baterista Cassio Audi a se unir ao grupo.

Após algum tempo de carreira, a banda começou a se apresentar em eventos de maior relevância, tendo conquistado inclusive a terceira posição em um prestigiado festival de talentos. Foi nesse período, em que o Viper adicionou mais um integrante, o ótimo vocalista Andre Matos, o qual juntamente com Yves Passarell, Felipe Machado, Cassio Audi e Pit Passarell, estava presente quando a banda assinou o seu primeiro contrato profissional com a gravadora Rock Brigade.

Após firmarem contrato com a gravadora, a banda conseguiu produzir o seu primeiro trabalho artístico, o álbum “Soldiers of Sunrise”, que foi finalizado e ficou disponível para as vendas no ano de 1987. Com esse projeto, foram lançadas canções como “Knights of Destruction”, “Signs of the Night” e “Killera (Princess of Hell)”, que fizeram sucesso por suas letras empolgantes e sonoridade capaz de contagiar os fãs desse estilo musical.

Em relação a música “Signs of the Night”, por exemplo, a canção se destacou por privilegiar várias características do metal puro, com ótimos solos de guitarra, o uso do baixo acompanhando todo o refrão, e também com as batidas eletrizantes da bateria de Cassio Audi. Essa valorização do que existe de melhor do heavy metal em praticamente todas as músicas do álbum foi um fator determinante para que a banda vendesse além do imaginado, alcançando ótimos resultados comerciais que permitiram a assinatura de um novo contrato com a gravadora Eldorado, maior e mais relevante nesse meio.

Esse primeiro álbum foi fundamental para a expansão do sucesso do Viper em território nacional e ainda em outros países ao redor do globo. O apelo da banda com os fãs do Japão, por exemplo, foi tão impressionante que o grupo chegou a visitar o país em uma grande turnê, vendendo um total de discos que superou músicos como Nirvana. Tudo isso fez com que Cassio Audi, Andre Matos, Felipe Machado, Pit Passarell e Yves Passarell se tornassem referência no que diz respeito a história do heavy metal no Brasil.

Portanto, a carreira musical do Viper foi marcada por vários momentos surpreendentes, os quais só foram possíveis graças ao talento e a dedicação desse grupo de músicos, que conseguiu imprimir estilo e personalidade as canções. A bateria de Cassio Audi entoava sons contagiantes, ao passo em que os vocais de Andre Matos marcaram toda uma geração de fãs de heavy metal.

Procura por carreira militar registra aumento de 247,11% em quatro anos

Carreira militar registra grande procura nos últimos quatro anos, chegando a 247,11% de aumento de pessoas interessadas em seguir uma profissão dentro dessa área. A procura foi registrada pela EsPCEx – Escola Preparatória de Cadetes do Exército, que fica localizada em Campinas. Ela é a única escola no Brasil a realizar esse tipo de preparação.

Após a liberação das vagas para as mulheres, a concorrência aumentou tanto que a relação entre os candidatos e as vagas superou a disputa para entrar na Faculdade de Medicina da Unicamp. Isso porque as vagas para as mulheres são muito pequenas, ao todo são 40 vagas destinados ao público feminino para estudar na escola de cadetes. Já para os homens, o número é de 400 vagas.

O crescimento pode ter sido ocasionado por diversos fatores, como a crise financeira atual, a abertura de vagas para mulheres, a estabilidade da carreira militar, o fortalecimento do exército e ainda uma melhor divulgação sobre as inscrições. Esses são os principais fatores que podem ter impulsionado o aumento na procura por seguir uma carreira militar no Brasil.

Os dados do Exército brasileiro revelaram que o crescimento de 247,11% foi entre o período de 2013 a 2017. O Exército afirmou que a maior parte desse crescimento aconteceu por conta das vagas destinadas as mulheres, que passou a fazer parte do ensino a partir de 2016. Desde então, a escola de cadetes registrou um aumento súbito de 44% na procura, sendo nesse total, 44,92% homens e 41,36% mulheres.

A afirmação do coronel Marcos Alexandre Fernandes de Araújo, é de que o interesse pela carreira militar teve um aumento por um conjunto de fatores, sendo um deles a maior confiança no exército brasileiro. “Acreditamos que seja uma conjunção de fatores que resultou nesse aumento. Um dos motivos que muito se comenta é a crise do país, o que leva a procurar a carreira militar, que é uma profissão estável. A entrada das mulheres na escola no ano passado também deu muita visibilidade à EsPCEx”, revelou o coronel.

Além disso, a divulgação em cima da profissão foi mais intensa nesses últimos anos. Partindo para a internet, os vídeos com a divulgação da carreira militar puderam alcançar os jovens e os adultos para realizar a inscrição no curso.

 

Disney anuncia construção de hotel imersivo e parque de ‘Star Wars’

A Disney anunciou recentemente que se encontra em fase de planejamento uma nova área temática para os seus parques de diversão, a qual terá o nome de “Star Wars: Galaxy’s Edge”, inspirada na franquia de filmes de ficção científica. Como data de inauguração, a previsão é de que aconteça no final do ano de 2019.

Essa informação foi dada por Bob Chapek, o atual presidente da Walt Disney Parks and Resorts, durante a realização da D23 Expo 2017, um evento que ocorre a cada dois anos, no qual a empresa informa aos seus fãs e a imprensa quais são as principais novidades da marca, tanto em relação aos parques da Disney, como também sobre as produções cinematográficas do estúdio.

A área temática “Star Wars: Galaxy’s Edge”, deverá ter uma extensão de aproximadamente 56 mil metros quadrados, e nela, os visitantes terão a chance de interagir com alguns personagens icônicos da franquia de filmes, como o robô BB-8 e o Chewbacca.

Segundo foi informado pela Disney, nas atrações dessa área, os visitantes irão lutar em uma batalha pelo domínio da galáxia, em um simulador de última geração sobre uma grande guerra entre a Resistência e a Primeira Ordem, e ainda comandar a famosa nave espacial Millennium Falcon.

O primeiro parque confirmado para receber a “Star Wars: Galaxy’s Edge” é o Disneyland, localizado em Anaheim, na Califórnia. Além dele, o Hollywood Studios, em Orlando também deverá ganhar essa nova área temática alguns meses depois.

Ainda em relação a franquia “Star Wars”, Bob Chapek falou também sobre o projeto da empresa em construir um  grande hotel temático e imersivo com os cenários dos filmes,  o qual provavelmente ficaria no Walt Disney World Resort, na região Bay Lake, na Flórida. Ainda em fase inicial, o hotel não possui previsão de inauguração.

O transporte entre os parques e os hotéis da Disney também deverão ser renovados nos próximos anos. Um dos projetos em desenvolvimento é o Disney Skyliner, que consiste em um conjunto de teleféricos que ligarão diferentes áreas, tudo isso com uma bela visão panorâmica do complexo Disney. Além disso, a empresa estuda implantar o Minnie Van, carros estilizados com a personagem para transportar os hóspedes até os parque.