Projeto leva cachorros para visitar pacientes com câncer

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Um belo projeto conhecido como Pet Amigo esta conseguindo ajudar pessoas internadas com câncer terminal, além de vitimas de graves acidentes. Uma cachorrinha da raça Shih-Tzu chamada Milli faz parte desse grupo canino que visa alegrar os hospitais a cada 15 dias. Ela vai para as visitas sempre muito bem produzida, com laços coloridos nas orelhas, banho tomado e pelo escovado, para levar sua graciosidade e fazer as pessoas saírem um pouco da atmosfera hospitalar.

Quando esses cãozinhos entram no hospital, os rostos das pessoas se iluminam e logo todos querem brincar, dar e receber carinho. E para os animais tudo acaba sendo uma grande brincadeira. Até mesmo os próprios funcionários se encantam com eles e ganham um astral renovado em seu trabalho.

Andreia Cristina, que possui 33 anos, é um dos pacientes que recebe a visita da Milli. Ela esta no hospital há quase 6 meses e a sua expectativa de vida era até julho desse ano. Um trimestre depois e ela continua viva, ela disse que tem esperanças de prolongar ainda mais o seu tempo. Andreia relatou que durante a visita canina, ela consegue esquecer um pouco os problemas, mesmo que eles voltem a atormenta-la depois, se refere à visita da Milli como um momento sagrado.

Andreia faz tratamento contra o câncer e conta que já teve o ovário, útero, intestino e outros órgãos retirados, e explica que sempre gostou de animais, que tinha os seus antes de contrair a doença. Andreia acredita que essa terapia animal faz bem para o seu tratamento.

A dona da Milli falou que esse contato com a cadela faz que os enfermos se lembrem de momentos felizes da vida, pois os animais estão ali apenas pelo carinho, eles não julgam e nem perguntam sobre a doença.

Nordman Wall, que faz parte do Conselho Nacional de Medicina Veterinária, e explica que um dos objetivos da veterinária é cuidar da saúde dos pets e na conexão que eles possuem com as pessoas. E essa terapia se adequa a esse conceito, que ajudou a nortear o Código de Ética do Medico Veterinário, recentemente publicado.

 

Compass a diesel da marca Jeep tem segundo recall em menos de 1 ano

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Proprietários de 1.395 unidades do novo Compass a diesel da marca Jeep foram convocados pela empresa para um recall no Brasil. Segundo a empresa que anunciou publicamente o recolhimento dos veículos, o recall é devido a uma falha que tem ocorrido no motor do novo Compass, sendo essa falha que tem desligado o veículo sozinho enquanto ele está em movimento junto a problemas para dar a partida.

Os chassis envolvidos nesse recolhimento do modelo da marca Jeep são do número 988675116HKH00441 ao número 988675126HKH03680.

O fabricante de veículos informou que o problema dos desligamentos repentinos e da dificuldade em dar a partida tem relação com o cabo correspondente a massa da transmissão. Assim que os carros forem levados para o recall o cabo será substituído por um novo de forma gratuita, a fim de eliminar o problema e garantir a segurança dos proprietários e passageiros dos veículos.

O recall poderá ser feito somente com visita marcada, o que inclui o dia e a hora agendados com antecedência na concessionária. O fabricante estima que o tempo máximo para o reparo da peça seja de 1 hora.

No mês de março deste ano, os carros Compass da Jeep movidos a diesel já haviam apresentado problemas com desligamentos. O problema anterior era em relação ao desligamento em situações de emergências, que afetou um total de 1.141 unidades do veículo.

O novo modelo do Jeep Compass tem fabricação realizada no Brasil e é vendido mundialmente desde setembro de 2016. Atualmente, o modelo SUV é o segundo mais vendido em todo o país, ficando atrás somente do modelo Honda HR-V.

Em se tratando da importância do recolhimento destes veículos, é importante lembrar que todo recall é referente a um defeito apresentado no produto. No caso de um veículo, o defeito pode ir muito além da estética e acabar prejudicando a segurança de quem estiver dentro e fora do veículo.

Para garantir que todos os produtos sejam feitos com qualidade, inclusive os automóveis, o Código de Defesa do Consumidor assegura que o recall seja feito pelas empresas quando identificam algum defeito nos produtos vendidos. Sendo assim, todos os proprietários dos carros com defeitos devem comparecer para a troca o item defeituoso.

Piloto Michel Terpins conquista ótimo resultado na 25ª edição do Rally dos Sertões

Para o roteiro da 25ª edição do Rally dos Sertões, a principal prova off-road do país, os competidores tiveram que passar por três estados, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Pelo segundo ano seguido, o piloto Michel Terpins e o navegador Maykel Justo, que pertencem a equipe Bull Sertões Rally Team, disputaram a prova em dupla na categoria Protótipos T1.

O veículo utilizado pela dupla foi o T-Rex, o qual é desenvolvido pela empresa MEM Motorsport. Em relação a última edição do campeonato, o carro passou por uma série de pequenas alterações, com o objetivo de deixá-lo mais competitivo e com mais potência para enfrentar os terrenos irregulares encontrados ao longo da prova.

Antes de iniciar o torneio, Michel Terpins concedeu uma entrevista na qual destacou que o Rally dos Sertões é a competição mais esperada da temporada, e também a mais desafiadora, tendo em vista que todas as etapas são verdadeiras incógnitas, preparadas para surpreender os competidores. Porém, ele também admitiu que estava bastante confiante com o seu automóvel, que além de robusto, foi equipado com um motor V8 a base de etanol, uma estratégia adotada pela dupla.

Ao todo, os competidores rodaram 3.300 quilômetros, incluindo 2.000 quilômetros de trechos especiais, com vários tipos distintos de terrenos irregulares que elevaram o nível de dificuldade da prova. Entre as cidades que fizeram parte do roteiro da competição, estão Goiânia, Goianésia, Aruanã e Santa Therezinha de Goiás, no estado de Goiás, a cidade de Barra do Garças em Mato Grosso, e Coxim, Aquidauana e Bonito no Mato Grosso do Sul.

A confiança demonstrada por Michel Terpins antes do torneio se provou acertada, tendo em vista que o piloto e a sua dupla, o navegador Maykel Justo, encerraram a sua participação na 25ª edição do Rally dos Sertões na quarta colocação no ranking geral e o primeiro lugar em sua categoria, a Protótipos T1. Finalizada do mês de agosto, a prova se caracterizou como um grande desafio para os pilotos, que precisaram controlar bem os seus automóveis em diversos momentos difíceis e complicados.

Assim, pela primeira vez o piloto Michel Terpins conquistou o seu lugar no topo do pódio no Rally dos Sertões, após participar do torneio em outras nove edições. O navegador Maykel Justo, por sua vez, já havia vencido na categoria Pró Brasil de 2014. Após essa importante vitória, o piloto comemorou muito com toda a sua equipe, tendo em vista que esse era um título muito aguardado por todos há alguns anos.

No ranking final da categoria Protótipos T1, a dupla formada por Michel Terpins e Maykel Justo terminaram a competição com o excelente tempo de 24h18min15s. Em segundo lugar, estava a dupla Mauro Guedes e Neurivan Calado, que finalizaram sua participação com 26h55min49s. Na sequência, vieram as duplas Paulo Pichini e Paulo Simões, com 28h14min43s, Gunter Hinkelmann e Vinicius Castro com o tempo de 30h28min48s, e para encerrar o Top 5 dessa categoria, a dupla Jorge Junior e Joel Kravtchenko, que tiveram o tempo de 31h27min56s.

Pesquisador revela um estudo que mostra a potência do choque de uma enguia

De acordo com o pesquisador da Universidade Vanderbilt, nos EUA, Ken Catania, o  choque de uma enguia  é parecido com o choque de uma cerca elétrica. Em estudos realizados, ele pode comprovar essa tecnologia, colocando o seu braço dentro da água e recebendo diversos choques da enguia, quando foi preciso um grande controle e bastante sangue frio, para poder conhecer pessoalmente o potencial desse choque.

Mas esse não foi o primeiro estudo realizado por Catania, envolvendo esse tipo de peixe. Em um estudo feito anteriormente, ele confirmou outra particularidade da enguia, que é enrolar-se em volta da sua presa, para conseguir duplicar a força do seu choque. A pesquisa mais recente foi divulgada no jornal Current Biology, e mostrou ser mais completa porque comprovou que a enguia, pode atacar uma presa mesmo fora da água, e ela consegue dessa maneira aumentar ainda mais, a potência do seu choque.

Estudos com enguias já eram realizados no século XIX, quando o pesquisador alemão Alexander von Humboldt, que era também naturalista, presenciou enguias saindo quase completamente de dentro da água, para se enrolar em patas de cavalos dentro de um rio, localizado onde hoje é a Venezuela. Mas segundo Catania, esses fatos narrados por esse pesquisador alemão, eram tidos como lendas, já que quase ninguém acreditava que as enguias pudessem atacar fora da água. Foi assim que Catania resolveu fazer pessoalmente esses testes com as enguias, para confirmar essa teoria ou provar que eram falsas essas afirmações.

Catania procurou primeiro, testar a capacidade da potência do choque das enguias. Ele precisou pegar uma chapa de metal, para conseguir medir a intensidade desse choque. Um animal pequeno consegue um choque cinco vezes mais forte, do que é preciso para qualquer pessoa ter um reflexo e retirar o braço, quando recebe uma descarga elétrica. Mas esse choque se torna mais intenso, quando a enguia é maior, já que elas podem chegar até 1,5 m de comprimento.

Para fazer esses testes, ele precisou criar em laboratório um ambiente parecido e colocou um tanque, que possibilitava que ele colocasse o braço dentro dele. Segundo ele, quando ocorria o choque da enguia o seu braço servia como um condutor, acabando com a trajetória da corrente elétrica. Foram feitas pelo menos dez tentativas, para conseguir números exatos para o estudo.

 

Novas diretrizes sobre artrite reumatoide são apresentadas em congresso

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Segundo especialista em saúde, é o paciente junto ao médico que deverão decidir a forma terapêutica do tratamento de artrite reumatoide da melhor forma.

Atualmente, os protocolos que são utilizados pelos médicos reumatologistas passaram por atualizações. Essas novas atualizações com base em novas diretrizes foram apresentadas em um congresso pela SBR. O 34º Congresso Brasileiro de Reumatologia foi realizado em Florianópolis no dia 16 de setembro de 2017.

Essa nova metodologia na forma de tratamento da doença deve ser enfatizada principalmente na questão multidisciplinar.

“Eu sempre digo que o reumatologista, tem o hábito de conversar com outros reumatologista e receber conselhos de reumatologistas. O grande problema é que as doenças reumáticas são doenças sistêmicas que envolvem vários órgãos, devido a isso, é importante que haja um intercâmbio. Muitas vezes as doenças reumáticas são diagnosticadas de formas errôneas por outras especialidades por conta da falta dessa troca de informações entre médicos de outras áreas”, disse Ivânio Pereira, presidente do congresso.

“O propósito deste documento foi estabelecer diretrizes consensuais para o tratamento da artrite reumatoide no Brasil e embasar os reumatologistas brasileiros. Isso pode ser feito através das evidências obtidas na literatura médica e da experiência de uma comissão de especialistas no assunto, considerando o contexto social e econômico do país, mantendo a autonomia do médico na indicação e escolha das alternativas terapêuticas disponíveis”, diz o presidente da SBR, Georges Christopoulos.

Essa nova metodologia na forma de tratamento da doença deve ser enfatizada principalmente na questão multidisciplinar. A conversa entre os médicos é um dos pontos fortes deste novo protocolo, assim também como a conversa entre o médico e o paciente no andamento da consulta. Essas decisões devem passar por um consenso entre as partes, deve ser moldada para a forma de tratamento.

“Essas decisões devem ser compartilhadas entre as partes. Não é que o médico está deixando de se responsabilizar, mas com a participação do paciente, lá na frente, esse paciente não irá se queixar de que não foi ouvido pelo médico na forma de tratamento. Então, essa é uma questão de ordem cultural que temos que adotar”, explicou a médica responsável do laboratório farmacêutico Lilly, Lívia Gonçalves.

 

Um equívoco ofereceu aos consumidores aparelho de TV de 55″ por R$ 279

Um caso curioso de desatenção que aconteceu no dia 12 de setembro de 2017, fez com que um produto fosse vendido 10 vezes mais barato que o normal, e chamou a atenção. Esse fato ocorreu no Norte do Brasil e teve o envolvimento do Procon.

Geralmente, várias redes de lojas em todo o país apostam em promoções visando conquistar o consumidor. Elas baixam o preço de vários produtos oferecidos em suas redes de lojas e conseguem atrair o consumidor. Mas, as vezes elas acabam cometendo alguns erros na hora de colocar esses preços ao consumidor, e isso resultam em péssimos resultados para esses donos de lojas.

Um desses erros levou a Sam’s Club a ter um grande prejuízo ao anunciar TVs de 55 polegadas e que geralmente custam R$ 3 mil, por apenas R$ 279. Essa é uma rede de lojas localizada na região Norte e faz parte da grande rede de lojas Walmart.

Logo ao perceber o gigantesco desconto no aparelho de TV, vários consumidores não pensaram duas vezes e logo começaram a comprar. O aparelho que custa R$ 2.999, estava sendo anunciado por R$ 279. Ao todo, oito pessoas compraram esses aparelhos até que a loja pudesse identificar o erro. Assim que o preço foi identificado por um dos funcionários, rapidamente ele retirou a etiqueta que continha o preço errado dos aparelhos. Ele também retirou o preço de um aparelho de TV que estava sendo comprada por uma cliente.

Aqui no Brasil, as leis que defendem o consumidor dizem que ele deverá pagar por aquilo que está anunciado nas etiquetas dos produtos, em promoções anunciadas através de panfletagem e outros veículos comunicativos.

Os consumidores que conseguiram comprar as TVs realmente conseguiram levar os produtos pelo preço que estava discriminado nas etiquetas (R$ 279), e ainda puderam parcelar o produto em até 10 vezes sem juros de R$ 27,90.

Em busca de não levar mais prejuízos, sendo que oito TVs já haviam sido vendidas, a loja disse que tudo não passou de um equívoco e tentou convencer os consumidores que haviam colocado o produto no carrinho, a pagar o valor real do produto. Após isso, o Procon foi acionado pelos consumidores.

Cyrus Benavides, coordenador do Procon Estadual, disse que a equipe do Procon se dirigiu ao local imediatamente e fez com que a loja cobrasse o valor indicado na etiqueta.

“Informamos a eles que devem vender as TVs às pessoas que pegaram os produtos antes da retirada da etiqueta pelo valor anunciado. Se eles se negaram a fazer, aplicaremos uma multa, que é altíssima e de acordo com o faturamento do estabelecimento”, explicou Benavides.

Reservatórios têm qualidade de água monitorada por satélites

 

No campus de Presidente Prudente, pesquisadores do Departamento de Cartografia da Universidade Estadual Paulista (Unesp),vem aprimorando um modelo óptico que verifica a transparência da água de ambientes marinhos e costeiros. “A finalidade é possibilitar o uso no monitoramento da qualidade da água através de imagens de satélites remotas. O estudo contou com o apoio da DAPESP, e publicados na revista Remote Sensing of Environment. O objetivo do projeto é ser um auxilio as Instituições que monitoram a qualidade das águas interiores e a redução da necessidade de envio de equipes para a realização do trabalho de coleta campal que trás custos”, conta a pesquisadora do grupo de Sensoriamento Remoto e Tecnologia da Informação Espacial para o Monitoramento Ambiental da Unesp, Thanan Rodrigues, e uma das autoras do estudo, à Agência FAPESP.

Um modelo semianalítico foi desenvolvido por pesquisadores americanos e chineses para verificar a transparência da água, e a estimativa de medida feita do disco Secchi. O medidor é um equipamento metálico com 30 centímetros de diâmetro e dois quadrantes com cores alternadas em preto e branco em um cabo graduado e imerso aos poucos na água que faz medida da transparência da água.

A referência do indicador da transparência de água é medida pela profundidade na qual o disco pode ser visualizado a olho nu.“Quanto maior a profundidade que o disco de Secchi atinge, enquanto continua sendo enxergado a olho nu, maior a claridade daquele sistema, o que permite inferir a qualidade da água onde o instrumento foi lançado”, conta Rodrigues.

Essas características são relacionadas no modelo desenvolvido pelos cientistas com as amostras coletadas em campo com propriedades ópticas do sistema. Quando aplicado sobre a imagem de satélite, um valor de profundidade é representado por pixel no disco de Secchi.

As coletas medidas de profundidade do disco de Secchi em campo foram feitas inicialmente como medidas  radiométricas através de espectroradiômetro, que é um instrumento que permite medir a intensidade da luz incidente na coluna de água, com o objetivo de estimar a componente óptica adicionada ao modelo como dado de entrada. A acurácia finalmente foi avaliada com os dados coletados em campo.

Como funciona a depressão pós-parto e quais são as principais características da enfermidade

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A depressão pós – parto acontece logo após o parto e de uma maneira geral os sintomas de tristeza e desesperança viram rotineiros. Estas sensações costumam ser comuns em mães de primeira viajem logo após o parto, já que os hormônios e as crises de choro estão se modificando com o fim da gravidez.

Quando estes sintomas acontecem de maneira mais intensa, a depressão pós – parto tem início. Em casos raros existe um forma extrema da doença, a psicose pós – parto.

Estudos recentes demonstram que este mal afeta pessoas de ambos os sexos.

Não existe uma causa exclusiva para a depressão pós – parto, mas alguns fatores como mudanças corporais são gatilhos para que a enfermidade apareça. Quando os hormônios do tiróide caem de maneira brusca, o cansaço, a sensação de tristeza e a fadiga aumentam.

Outras questões são os fatores emocionais, como a falta de sono e o estresse. Todo o momento que engloba os primeiros meses da criança e a adaptação podem causar tristeza e insegurança, por não se sentir tão atraente como antes, a sensação de perda de controle, além da preocupação com a renda e com todos os fatores que envolvem a educação de uma criação.

Um determinado estilo de vida também influência na enfermidade, como bens exigentes, dificuldade na amamentação, falta de apoio do parceiro, filhos ciumentos, enfim….Todos os fatores cotidianos podem influenciar.

Alguns fatores de risco são: histórico de depressão pós- parto, falta de apoio familiar, depressão, desordem disfórica pré – menstrual e violência doméstica.

Os principais sintomas se resumem a: perder peso, ganho de peso, fome insaciável, falta de sono ou sono excessivo, indisposição, cansaço, sentimento de culpa e ansiedade.

Já a Psicose pós – parto tem sintomas mais graves como a falta de conexão emocional com o bebê, sono perturbado, pensamento confuso, mudanças drásticas de humor, alucinações e pensamento delirante.

O diagnóstico pode ser feito através da percepção individual ou de convivência. Caso estes sintomas sejam recorrentes por mais de duas semanas é indicado procurar um médico e tratamento. A tristeza e a depressão após o nascimento do bebê são indicativos de alguma coisa está errado.

O ideal é procurar por um psicólogo, um psiquiatra, um endócrinologista ou uma ginecologista/obstetra. Na consulta procure levar uma lista de todos os sintomas que vem sentindo, um histórico médico e, se possível, vá acompanhado para ter o depoimento de alguém que convive com você sobre as mudanças.

O tratamento consiste no uso de antidepressivos tricíclicos e inibidores seletivos de receptação de serotonina em conjunto com terapia e algumas outras atividades.

Outras opções são a Psicoterapia e a terapia hormonal.

Na grande maioria dos casos a depressão pós- parto não pode ser tratada de maneira independente, mas algumas mudanças auxiliam para que você viva melhor. Escolhas de vida mais saudáveis, como alimentação, prática de exercícios, evitar o álcool e o tabaco. Arranjar um tempo para si mesmo, se cobrar menos, manter pensamentos positivos e evitar o isolamento são benéficos para a pessoa que sofre deste mal.

Ao procurar cedo a ajuda de um médico, seguir suas recomendações, evitar substâncias maléficas e sentimentos desgastantes é possível melhorar o quadro e até mesmo curá-lo.

Descubra como é o câncer genital masculino

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O câncer de pênis é um tumor maligno que costuma se desenvolver em homens a partir dos 40 anos.

A doença tem como principais fatores de risco a fimose, que não permite a visualização da cabeça do pênis, já que a pele que reveste a cabeça acaba ficando estreita, além do acúmulo de esmegma, higiene precária na região e a desinformação.

Dados epidemiológicos recentes demonstram que a infecção pelo HPV pode estar relacionada ao câncer de pênis.

Um dos principais fatores são feridas avermelhadas, que costumam não cicatrizar, na glande, no corpo do pênis ou no próprio prepúcio. As lesões não doem no começo, e as pessoas tendem a achar que a lesão melhorara de maneira natural, fatores que acabam retardando o diagnóstico precoce.

A perda de pigmentação na glande, manchas esbranquiçadas e um odor forte também são fatores importantes que merecem atenção, pois podem ser um indicativo de problemas.

Placas vermelho vivo podem ser consideradas pré-malignas e quando não tratadas evoluem para o câncer, por isso, a qualquer sintoma ou mancha estranha, é benéfico procurar um médico.

Alguns exames clínicos e a biópsia são essenciais para um diagnóstico certeiro e para o inicio do tratamento. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, menos a doença evoluirá e consequentemente, menos problemas irão aparecer. Muitas vezes por falta de informação e constrangimento, homens não costumam procurar os médicos ao notarem mudanças, o que acaba aumentando doenças que, na maioria das vezes, tem cura.

A prevenção do câncer de pênis está associada a higiene diária, a cirurgia de fimose e ao uso de preservativo durante as relações sexuais.

O tratamento está relacionado com a gravidade e a extensão da doença, em alguns casos a lesão ou o tumor pode ser retirado cirurgicamente ou até mesmo por ressecamento. A remoção completa do órgão só acontece quando o a doença está em um nível muito avançado.

As principais recomendações se resumem a higiene básica, ensinada desde a infância, realizar o autoexame e prestar atenção em mudanças do corpo, para assim começar o tratamento o quanto antes. Usar camisinha e aos primeiros sinais procurar um médico é imprescindível para que o tratamento seja facilitado.

Mais do que saúde e educação, renúncias tributárias atingem R$ 400 bilhões

Mesmo lutando para buscar um equilíbrio entre gastos com despesas públicas no Brasil, ao pararmos e observarmos o retrospecto dos últimos anos, onde o governo vem cada vez mais cortando gastos em investimentos essenciais como saúde e educação, também podemos ver que deliberadamente ele concede generosos benefícios para pessoas privilegiadas, algumas regiões do país e setores da economia.

Geralmente isso é conhecido como “renúncias tributárias”, onde de uma certa forma o governo tenta promover incentivos para pessoas e setores econômicos. É visto como “compensatório” e “incentivador”, mas já atinge o gigantesco número de R$ 284 bilhões em 2017. Certamente são ótimos benefícios para os setores que dispõe, mas em vista do atual cenário econômico, acaba sendo injustificável esses valores. Também os valores creditícios, que chegam a R$ 121,13 bilhões devem ser somados a esses benefícios fiscais. Somados eles chegam a R$ 406 bilhões, representando um aumento de 7,4% em relação ao ano passado. Esses dados são da Receita Federal e do TCU – Tribunal de Contas da União.

Essa mentalidade de gastos já vem de outrora e de governos que adotavam isso deliberadamente. O atual governo vem fazendo isso, como, por exemplo, faz com o novo Refis, novo programa de parcelamento e o Repetro que já existia (voltado para a indústria do petróleo). O atual governo também pretende promover a folha de pagamentos, porém somente com a aprovação do Congresso Nacional. Esse e outros benefícios concedidos pelo atual governo e por governos anteriores estão sob questionamento da OMC – Organização Mundial de Comércio. Levando em conta que no ano passado esses gastos com benefícios atingiram os R$ 378 bilhões, junto ao cenário de crise, não era para esses gastos aumentarem 7,4% e sim sofrerem redução.

O valor investido na saúde e educação em 2017 é inferior a esses benefícios tributários. Segundo dados do Ministério do Planejamento atualizados em agosto de 2017, esses gastos atingem 32% da receita prevista para todo o ano de 2017, uma estimativa de R$ 1,28 trilhão.

Especialistas como o economista do Ibre-FGV – Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, José Roberto Afonso, afirma que esses benefícios deveriam ser mediantes a uma projeção bem avaliada para atender objetivos de uma forma geral para o país, mas isso não acontece.